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“Prefiro perder os dedos do que assinar o turno de oito horas para a Vale”, diz Paulo Soares durante assembleia

Durante a assembleia de montagem de pauta do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da Vale, realizada na manhã desta quinta-feira (14) o presidente do Sindicato Metabase de Itabira e Região, Paulo Soares de Souza falou sobre um boato de que a Vale pretende cortar o turno de seis horas dos seus funcionários, voltando com o turno de oito horas. Em um duro discurso, o sindicalista criticou a postura da empresa e pediu o apoio dos trabalhadores nesta campanha salarial.

“Há boatos da Vale quer acabar com o turno de seis horas, prefiro perder os dedos do que assinar para essa empresa acabar com este direito. Deixamos claro para a Vale, essa diretoria sai deste sindicato, larga este sindicato, mas não vamos dar as oito horas para a Vale, não vamos abrir mão das seis horas, porque, se fizermos isso, são 350 trabalhadores no olho da rua”, destacou o presidente do Metabase.

Durante a assembleia na parte da manhã, Paulo Soares destacou a importância da união de todos os trabalhadores, na construção de uma pauta justa, que seja benéfica à categoria.

“Temos que contar com o apoio de todos, até mesmo daqueles que não concordam com essa diretoria, até mesmo daqueles que não têm a mesma ideologia. Agora é um momento de pensarmos nos trabalhadores, de alcançarmos bons benefícios, de fechar um acordo com um bom aumento e manter os direitos e garantias e não de permitir que a empresa arranque de nós o que já conquistamos”, defendeu o sindicalista.

Ainda durante a assembleia Paulo Soares sugeriu que as reivindicações fossem encaminhadas ao Metabase até as 18h desta sexta-feira (15) para que a pauta seja montada de acordo com as propostas feitas pelos próprios trabalhadores, ação que foi aprovada entre os presentes.

 

Propostas- Dentre as principais propostas, o Metabase cobra da empresa um aumento referente ao índice de inflação acumulado nos últimos 12 meses (até novembro), mais o ganho real de 5%.

Quanto ao piso salarial, será exigido o repasse de R$ 1.800,00, decorrente do incremento do reajuste inflacionário, devido pela empresa aos trabalhadores e ainda com base na média nacional dos pisos pesquisados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Atualmente, o piso salarial da empresa é de R$ 1. 515,26.




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