Trabalhadores começam receber o pagamento retroativo das horas in itinere.

Trabalhadores começam receber o pagamento retroativo das horas in itinere.

Horas in itinere é o tempo gasto pelo empregado no deslocamento de casa para o trabalho e do trabalho para casa dentro de uma condução fornecida gratuitamente , pela empresa para o local de trabalho de difícil acesso ou não servido de transporte publico regular.

 

O sindicato Metabase estima que a mineradora  Vale pague R$ 5.300 milhões em decorrência da ação coletiva iniciada em agosto de 2015. "Em um ano, 1070 trabalhadores já aderiram à ação coletiva proposta pelo sindicato e a média dos valores disponibilizados, esta semana, é de R$ 5.500 por funcionário", informou a advogada coordenadora do setor jurídico do  Metabase, Rosilene Félix dos Santos.

            A advogada explica que, para agilizar os julgamentos, a ação é desmembrada em "lotes" e assim que o funcionário sindicalizado informa ao setor jurídico sua matrícula uma nova ação é instaurada requerendo o benefício, em conjunto,  a cinco trabalhadores que têm os valores calculados individualmente.

            Sobre a quantia obtida por cada trabalhador, o sindicato deixa claro que são variáveis, partindo de R$ 300 e já tendo calculado o direito a R$ 11.000. E destaca que todas as ações têm sido julgadas procedentes em primeira e em segunda instância. Contudo as ações em que o juiz determinou o pagamento de multa, de 20% sobre o valor, a Vale recorreu, mais uma vez, e estes processos ainda  serão jugados em Brasília.

            São beneficiados os funcionários  que utilizam o transporte fornecido pela Vale, em horários que a cidade não oferece transporte público, 0h às 5:45h, das minas Cauê, Conceição e Periquito. Os trabalhadores da empresa e de suas empreiteiras, precisam informar seus dados ao sindicato, para ter o pedido reconhecido pela justiça.

 

Pagamentos devem se estender até o final deste ano.

 

            Para os trabalhadores que já aderiram à ação coletiva, a documentação para o saque é entregue na sede do sindicato e tem sido liberada pela justiça seguindo a data de adesão. O sindicato prevê que os pagamentos sejam liberados semanalmente e devem ser finalizados até o final de 2016.

            Os valores são disponibilizados de acordo com a ordem de inscrição no processo movido por meio do sindicato. Nesta terça dia 02-08-16, 21 funcionários  receberam a autorização para o saque na sede do Metabase em Itabira e outros serão comunicados por telefone, nos próximos meses Cauê; Conceição e Periquito.

Relembre o caso

            Após o Ministério do trabalho identificar um elevado número de ações, requerendo horas in  itinere, de funcionários deligados acordou com a Vale começasse a realizar este pagamento, a partir de agosto de 2015. E com base nesta determinação judicial o sindicato Metabase convocou os sindicalizados para darem entrada na ação coletiva, requerendo o pagamento também dos retroativos.

            Segundo o presidente interino, Marcos dos Santos  Oliveira "Marcão", em anos anteriores o sindicato vinha tentado, através de acordos coletivos, que a mineradora incluísse na folha de pagamento as horas in itinere - os valores referentes às horas gastas no deslocamento para o trabalho. "Nas negociações a mineradora sempre ameaçava cortar o transporte gratuito, inibindo as ações do sindicato sobre este tema", contou Marcão.Trabalhadores começam receber o pagamento retroativo das horas in itinere.

 

Horas in itinere é o tempo gasto pelo empregado no deslocamento de casa para o trabalho e do trabalho para casa dentro de uma condução fornecida gratuitamente , pela empresa para o local de trabalho de difícil acesso ou não servido de transporte publico regular.

 

O sindicato Metabase estima que a mineradora  Vale pague R$ 5.300 milhões em decorrência da ação coletiva iniciada em agosto de 2015. "Em um ano, 1070 trabalhadores já aderiram à ação coletiva proposta pelo sindicato e a média dos valores disponibilizados, esta semana, é de R$ 5.500 por funcionário", informou a advogada coordenadora do setor jurídico do  Metabase, Rosilene Félix dos Santos.

            A advogada explica que, para agilizar os julgamentos, a ação é desmembrada em "lotes" e assim que o funcionário sindicalizado informa ao setor jurídico sua matrícula uma nova ação é instaurada requerendo o benefício, em conjunto,  a cinco trabalhadores que têm os valores calculados individualmente.

            Sobre a quantia obtida por cada trabalhador, o sindicato deixa claro que são variáveis, partindo de R$ 300 e já tendo calculado o direito a R$ 11.000. E destaca que todas as ações têm sido julgadas procedentes em primeira e em segunda instância. Contudo as ações em que o juiz determinou o pagamento de multa, de 20% sobre o valor, a Vale recorreu, mais uma vez, e estes processos ainda  serão jugados em Brasília.

            São beneficiados os funcionários  que utilizam o transporte fornecido pela Vale, em horários que a cidade não oferece transporte público, 0h às 5:45h, das minas Cauê, Conceição e Periquito. Os trabalhadores da empresa e de suas empreiteiras, precisam informar seus dados ao sindicato, para ter o pedido reconhecido pela justiça.

 

Pagamentos devem se estender até o final deste ano.

 

            Para os trabalhadores que já aderiram à ação coletiva, a documentação para o saque é entregue na sede do sindicato e tem sido liberada pela justiça seguindo a data de adesão. O sindicato prevê que os pagamentos sejam liberados semanalmente e devem ser finalizados até o final de 2016.

            Os valores são disponibilizados de acordo com a ordem de inscrição no processo movido por meio do sindicato. Nesta terça dia 02-08-16, 21 funcionários  receberam a autorização para o saque na sede do Metabase em Itabira e outros serão comunicados por telefone, nos próximos meses Cauê; Conceição e Periquito.

Relembre o caso

            Após o Ministério do trabalho identificar um elevado número de ações, requerendo horas in  itinere, de funcionários deligados acordou com a Vale começasse a realizar este pagamento, a partir de agosto de 2015. E com base nesta determinação judicial o sindicato Metabase convocou os sindicalizados para darem entrada na ação coletiva, requerendo o pagamento também dos retroativos.

            Segundo o presidente interino, Marcos dos Santos  Oliveira "Marcão", em anos anteriores o sindicato vinha tentado, através de acordos coletivos, que a mineradora incluísse na folha de pagamento as horas in itinere - os valores referentes às horas gastas no deslocamento para o trabalho. "Nas negociações a mineradora sempre ameaçava cortar o transporte gratuito, inibindo as ações do sindicato sobre este tema", contou Marcão.



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